quinta-feira, julho 22, 2010

Que morte? A fé nos dá outra natureza.




Nesta semana, como costumeiramente, poderia dizer, diria que "perdi" uma ente querida, mas antes dessa afirmação, vem me a idéia de quanto somos atrelados ao existir pelo corpo e somente no corpo. Se a razão biológica pela sua inteligência nos garante como finitos animais humanos, a fé é a via que se conduz a outra natureza, quando recorro a fé, compreendo que a morte não mata, que em Deus a vida começa e não posso dizer que termina, mas sim que continua, não dizemos que a vida acaba, pois o crer dimensiona a esfera eterna, sem tempo e  não na substância, aqui, somente na consicência da esperança, acreditados do agora ao ainda não, do futuro eterno e se será fim, será no existir donde viemos ao para lá voltar e permanecer. Seria em vão imaginar o além daqui se a própria vida não fosse tão profunda. A completude da vida não pode assim morrer, se apagar, se destruir, parece me que a esperança vale pelo fato que a vida será mais completa e suplida de suas carências ou simplesmente ainda aqui, a vida não há de se guardar, a vida nos foi dada para amar e partindo desse germe, construiríamos a nova lei do viver feliz, um ideal de missão em preservar o tesouro, servindo a fé, a si e ao outro por ser fraterno, vida é fruto de amor forte, forte mais que a morte, que além da morte há uma nova morada para muitos. Nos momentos difíceis, quando silenciamos a presença fala mais, e quando não houver presença, o amor fará relembrar as histórias felizes que agora causam tristezas porque não serão mais possiveis aqui, porém essa ótica é a de quem fica, nessas horas difíceis a oportunidade que a ignorância dispõe a da escuridão mas, que se aclareada pela fé e seu conhecimento de esperança, transformará um caminho de luz que trará a vida nova. Enfim, o que concluo disso tudo é que diga o quanto você ama quem você e enquanto você está junto, pois uma verdade faz se amanhecer em nossa história, um dia nos separaremos dos que amamos, mas esperamos que não pra sempre.

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