segunda-feira, julho 19, 2010

Eleições por um passo além político.

Quando o povo acordou para uma nova realidade, aliás, para a realidade, fizeram ouvir se em vozes que elegeram um mesmo ideal libertário, um ideal que surgiu na confiança de liderar vulgo por vulgo e do vulgo submeter os altos niveis da aristocracia patente e disfarçada, quando houve a possibilidade a política se fez novidade, de metalurgia ao exercicio presidenciável, não destacamos méritos nem fracassos desse período, não é essa intenção, quero propor um agora que nos possibilite pensar na situação do sistema opressor que proveu o sucesso na base cunhada pelo ideal machista, advindo de uma realidade religiosa do patriarcalismo, justificador como Deus sendo o rosto do macho, o coronel, o superior, não faremos sinteses desnecessárias do governo passado, mas miramos o momento de mudança da situação positiva ao alter positivo, a gênese da ordem e do progresso nasce da solicitude feminina, a liberdade, a igualdade e a fraternidade é uma bandeira empunhada por uma mãe, portanto, sabendo da equiparidade de potência e merecimento, se temos duas mulheres dignamente dispostas a nossa melhor representação democrática, porque não fazer uma delas presidenta (até essa palavra "presidenta" não existia a pouco tempo atrás em nosso léxicon), porque não fazer existir uma face política inédita?
O inédito, sendo novidade trará a diferença que poderá parecer mudança e mudar é preciso, não se melhora se não mudar, sem tranformar não dá!
Descer a faixa presidenciável sob uma mulher é mais que novidade, diante dessa sociedade sonsória-comum, parece me uma feliz ousadia de nossa latino-americanisse e brasilidade. Esta resposta pertence equivalentemente a todas e todos, pois se o senso crítico for pautado na escolha do bem e da libertariedade, o caminho a seguir está lá nas urnas, mulher no fogão e no tanque não, mulher é pra revolução. Vote desde já! Mulher é a sua vez!
Tantas minorias são desfavorecidas na história do Brasil, porque então fazer continuar uma história sem lógica, onde a mulher é maioria, o passifismo feminino ja não tem força de aceitar e submeter se a uma regra identitária de opressão. Que seja uma mulher nossa presidenta!

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