terça-feira, novembro 30, 2010

Consortio et companis


Depois de tantas escolhas e algumas de fracasso, voltar a acreditar é como se fosse um segredo contado pra si mesmo, não sei o que poderia ter sido melhor, mas o que me representa é o meu presente e futuro, de maneira que o agora da vida pode ser reinterpretado por uma nova optica, a única coisa que pode nos condenar é o passado, porém a atitude pode ser mudada agora, é nesse tempo que as coisas boas acontecem, se o diabo vive do passado, deus vive no presente pro futuro, os demônios que nos circundam diariamente, são especialistas em nos humilhar pela nossa fraqueza, em contrapartida o bem usa se da fraqueza pra inaugurar a potência, pra manifestar a força, o que pode ser mais forte e essa nova escolha traz alegria, e só é possivel pra quem ama, por isso ouvir "eu te amo" é tão consolador, é uma reinauguração do que se é.
Com a mesma sorte e comer do mesmo pão!

quinta-feira, novembro 25, 2010

Quo vadis? Ecce homo!

Quais são minhas necessidades?
Quando a escuridão chega, onde busco luz?
Quais são as águas turbulentas?
O que tem sido pontes sobre rios?
Quem tem ouvido meus gritos mais internos?
No que tenho fé?
Que certeza me faz crer?
O que tem funcionado na minha vida?
A que sou fiel?
Parece me que necessidades tem sido problemas.
Quando tenho esquecido dos meus problemas?
Que poder há em mim além da diferença?
A vida é difícil demais para enfrenta-lá só.
Qual tem sido minha música?
O que é normal?
O que é sagrado?
Por que não desistir?
O que não conseguimos dizer?
Se Deus tivesse nome, como o chamaria?
E se Deus fosse um de nós?
Quem tem te deixado ganhar?
Por o que jurar?
Quais são as lembranças?
O que tem sido perfeição ao meus olhos?
O que fazer triste e sozinho pela rua?
E quando tudo cair duramente sobre si?
Quem pode confortar?
Quem ouvirá sua boca dizer, "querido(a)"?
Alguém pode tomar meu fardo?
E quando não houver ninguém que se ama por perto?
Quem ter para ser ao passo que somos para alguém?

Deixo tudo acontecer, água calmas correm no fundo dos rios, isso é uma verdade, as demais são somente outras e nem quero pensar agora!
Deixo a própria estrada abrir meu caminho, o caminhante e o caminho se confundem sempre!
Só estou tentando ir pra casa.
Ecce Dan.

terça-feira, novembro 23, 2010

Vós sois deuses, porém morrereis todos como homens!

Via em mim reflectido o seu rosto

Se o fundo de mim estava sereno…
o seu rosto era o presente,
se o fundo de mim estava agitado, por me levar ou me tratar com pressa…
o seu rosto aparecia-lhe desfigurado no fundo de mim
Cuidam de mim com cuidado, mas já sou velho
Passo de mão em mão
As contínuas idas e vindas gastam-me, desgastam-me
fora de mim já se notam os traços dos meus anos
fora de mim já se podem ver os traços daqueles que me possuíram
e dos que igualmente me “despossuíram”
Levado com ansiedade até ao poço
Sou trazido de lá, como peso que custa levar
já saciei gerações diferentes com a água que consigo levar em mim,
jovens, crianças e velhos, jovens crianças e velhos…
Sou um cântaro
Sou aquele que permite a alegria de saciar
mas também sou o grande peso daqueles que em mim pegam vezes sem fim
Sê-lo-ei até me quebrar todo, e já não for possível um conserto
Gosto de recordar como aquele meio-dia foi diferente.
Quando o sol abraça tudo com toda a força que consegue, eu quase estalava de tanto calor.
Eu e ela vimo-lo já de longe, como estava sentado à beira daquele poço para onde vezes sem conta sou lançado
e vezes sem conta regresso a transbordar de água fresca
Era aí que ele estava sentado, debaixo da árvore que oferece a sua sombra a quem por ali pára.
Não era de cá. Trazia nas sandálias o pó de caminhadas intermináveis.
Estava só… mas parecia esperar alguma coisa ou alguém. Ao vê-lo, ela parou de cantarolar como fazia sempre. Senti a surpresa no seu olhar curioso e escutei-a dizer baixinho:
“Ah… mas parece judeu!...
Que fará um judeu sozinho por aqui?!”
Mais surpreendida ficou quando meteu ele conversa. Coisa estranha demais porque, os judeus, acham-se os mais puros lá do sítio e quem não viver e rezar lá à moda deles não presta.
“Dá-me de beber!” foi o que ele pediu.
A conversa foi longa, do género de conversa que os cântaros não entendem muito. Só uma coisa sabemos, nós os cântaros, é que quando um jovem e uma jovem se encontram junto ao poço (que é coisa quase sempre combinada entre eles) quase sempre acaba em união das Famílias… em Aliança.
Ele começou a conversa pedindo:
“Dá-me de beber!”
E parece-me que depois terminou, para começar de novo de outro jeito quando já ela lhe disse:
“Dá-me de beber!...
… Quero ver-me no Teu rosto,
na Tua vida
Quero ver-me reflectida na Água que és e que dás…”
Samaritana,
naquele dia deixaste-me junto ao poço, esquecido,
quiseste levar as mãos livres,
a tua sede era agora outra.
Correste porque transbordavas de uma água que nunca eu levei,
eras tu cântaro
a transbordar tanto que não conseguias guardar toda essa Água só para ti.
Nesse dia uniste a tua família à Família d’Ele.

“Jesus, cansado da caminhada, sentou-se, sem mais, na borda do poço. Era por volta do meio-dia. Entretanto, chegou certa mulher samaritana para tirar água. Disse-lhe Jesus: «Dá-me de beber.»” Jo 4,6

quarta-feira, novembro 10, 2010

Qual é o melhor olhar? Qual melhor passo? Subir por necessidade ou descer por facilidade?

A vantagem do pessimismo é que a menor melhoria de situação, será uma diferença enorme, uma vez que não se pretende a outro curso, e as quedas não serão de vigor, de modo que já não se esperava sucesso de nada mais, em contrapartida o otimismo parece me tal como um coração desejodo e um coração de criança, parece o coração daquela criança que na aula fez um desenho com guache e acredita com seus 6 anos que algumas pinceladas desordenadas é a obra prima mais bela, é o mesmo que olhar um copo pela metade de água, se o pessimista olhar, diria que está quase vazio, quando o otimista olharia e diria que o copo está quase cheio.

terça-feira, novembro 09, 2010

Não sei o que está havendo,,, (aliás, sei sim, fenom [bd]) estou numa produção hoje fora do comum!

Vide cor meum, em defesa da vida pelas minorias.


Depois do Papa e o "beijaço" na sua visita de Domingo a Barcelona, organizada por um grupo espanhol chamado de Queer Kissing Flashmob que se mobilizou via Facebook, me pego a pensar! Minha mãe sempre dizia, "gostou bem! se não gostou; come menos!", e de uns dias pra cá eu não gostei de alguns posicionamento de religiosos ante a contextos socias periféricos, ou seja, contexto que pedem acolhimento e não o desprezo, mediante disso teço um breve comentário de resposta começando ao dito pastor Malafaia [é com p minúsculo mesmo, merecidamente].
Antes de Jesus dizer que era Pastor, e Bom Pastor, ele revela sua vocação dizendo "Eu vim para que TODOS tenham vida e tenham vida plenamente", o que que esse povo se intitulando cristão (que falam de como viver do jeito de Jesus e não saem do discurso), está condenando a vida dos outros, que holocausto é esse? Por que vocês se importam? Porque protestam com o que não os afeta? A vida de cada homo-afetivo é bem maior que vossas aspirações erradas, ninguém escolheu ser o que se é, tornem se vocês o que são, deixem as vestes de condenadores, essa escolha é feia e Deus, que é Pai de todos, não gosta, Deus ama a todos, ou existe um Deus subjetivado que diz: "amo os negros mas odeio a "cor" deles?!
Bastem se as hipocrisias!
True colors

Vide cor meum! [Vejam meu coração!]

O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto. Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo - o homem - e a rosa - a mulher - estimula a violência entre os casais. Na nova letra "o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada".
Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?
É Villa Lobos, cacete!
Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.
Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.
Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.
Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.
Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado ? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.
Daqui a pouco só chamaremos o anão - o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil - de deficiente vertical . O crioulo - vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) - só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo - o famoso branco azedo ou Omo total - é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia - aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno - é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo - outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão - é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.
Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais... Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.
O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra putaqueopariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.
Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a "melhor idade".
Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não. Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

Abraços, Luiz Antonio Simas.


Dialética DW

O AMOR TORNA LÚCIDO O QUE A PAIXÃO CEGA
O que vale mais? Viver o momento ou zelar do momento, privando se agora pra viver momentos maiores depois? Creio que as duas hipóteses têm seu valor e depende da questão espaço-temporal que se inserem.
Não queremos mais do que podemos, porém acreditamos merecer a proporção da plenitude e do real que uma relação coerente, sincera e madura tem a oferecer, mesmo que isso nem sempre aconteça, de algum modo, pessoas vem e vão com uma frequência e acaba se ficando de mãos atadas pelos bloqueios das feridas e frustrações, precisa se ficar calmo pra não começar noutra relação tudo de novo, portanto resta uma fase turbulenta, é preciso antes de tudo alguém que queira e esteja pronto pra entender isso, isso se si quer estar com o outro, claro!
Estar junto é o essencial da relação, sem ter que convencer dia a dia o outro de que se é bom estar e antes de estar o melhor ainda é ser (a relação), viver natureza da relação e o estar junto como consequência de entendimentos comuns sobre o que querem.
Relação é um laçamento contínuo de si ao outro por querer, e ninguém laça nada sem esforço, a relação é o esforço do relaçamento.
Quando gostamos, anseiamos pelo outro e com o passar do tempo, a pessoa será mais pessoa, aflorando seu modo, suas qualidades e defeitos, denunciando se no que se é e se com o passar do tempo, conquistar maior importâcia dia a dia, é sinal de bons passos e caminho correto, o tempo torna o outro mais importante, singular, ímpar, irrepetível, quando acolhemos o outro como referência de vida, ele nos torna melhores pois ensina a passar pela vida somando com a nossa forma de lidar com a vida à sua própria forma e quando esse outro não estiver junto, quando "perdermos" alguém, nosso mundo amanhace mais pobre. Relação sempre é resultante; se não soubermos fazer torna se uma complexidade de feridas e se soubermos, torna se um paraíso dentro de si mesmo, dado pelo outro. [sentimentalismo demais?]
Isso tudo funda se no caso das duas partes terem sintonia e quererem a mesma coisa, nem sempre é o que acontece, as pessoas tem um tempo pra desenvolver a sintonia e se aquele tempo se esgota uma só pessoa passa a ser a base da relação, sendo assim perde se o diálogo, perdeu se a relação, torna se monólogo e isso é inação.
Bom aprendizado a todos!

segunda-feira, novembro 08, 2010

Rio que me trouxe pro outro lado, verbalização conecto e desconecto

A vivência de oportunidades me fazem pensar o que ja "aproveitei" na vida, me faz retornar aos finais de semana que vivi estéril, comparo sim, e percebo com valia o que me tornei. Você sabe o que é um final de semana feliz?
Pensa só, você com dois amigos bem loucos quanto você mesmo, daqueles que tambem tem uma vontade absurda de viver, junta isso tudo com o Rio maravilhoso, check-in feito e hotel incluso, ops ainda não é o Hotel Hostal, Gzuis que medo de pegar o tétano no espelho, aaah mas antes disso ainda tem toda uma trajetória de sucesso, meu Deus, como isso tudo foi bom, arcos perfeitos esses da Lapa, mas num vo entrar nessa rua não to com meeedo Netooo,,,, baladinhas básicas, uma nem tão básica, pára que eu quero descer, é o busão do capeta e nem me avisaram, a noite tinha que acabar com chuva p lavar a alma daquela visão do inferno, enfim era só a sexta feira ainda, tudo era novo e começando, bom acho que ta na hora de ir pra Ipanema, que nada ta chovendo, vamo pular essa parte (shopping, ciber, procura informação, achou, tá tudo tão quente, bambora), enfim, no outro diaaa.... Thiii vai loogo, puta sol la fora acoooorda, Neeto passa protetor ce vai virar camarão to falando! Nooossa nem vamo tomar café, já é quase 1h da tarde! Corre-corre, metro aqui, desce ali, gente bonita, mais um pouco, mais gente bonita, meu deeeus num para de sair gente bonita de tudo quanto é lado,, (isso porq o melhor estava por vir!), depois de tantas pernadas pela orla, fim das contas, metro e uma horinha de descanso, diga se de passagem que se dormimos 3 hrs por dia foi o suficiente! Banhooooo merecido! The week no aguardo, taxi!! Acho que ele furo nosso olho! Depois de um dia com uns respingos de chuva e uma indecisão de sair ou não de Macaé... ta lááá, pegou a carteira e foi, decididamente isso mudou todo o final de semana, insistentemente perfeito.
Feliiiizz da vida, a fadinha verde pulava saltitante de copo em copo, Thi vo no banheiro, Teenage Dream! 1olhou, 2olhou sorrindo, 3.., 3? nem teve, aqui o tempo voou e Katy Perry cantou bem mais forte "Be your teenage dream tonight, let you put your hands on me in my skin tight jeans", dormiu no colo, olhei com graça, fiz cafuné, não sei mais o que fazer agora, sair sozinho nãão, pega minhas coisas na chapelaria, não aguento mais, dia alto, hostal a vista, olha o telefone movido a manivela, tempinho parou, um momento só! Formule1 acorda meninos... tem gente aqui... e continuou aqui! Tudo novo e tão antigo, parece que conheço, como a gente se dá bem... 00, no coments! Hora de ir, Bancos, transferência de conta, seu matte, minha agua, apertando o peito, bye, não olho pra trás, enxuga e segue! Até o próximo encontro. 04' 55'', em casa, meu tatinho Nicollas sobreviveu, agora brinca com o ticket da Azul, preciso dormir, penso em você e sinto que te quero!

Teenage Dream Katy Perry - Revisar tradução

Sonho de adolescente

Você me acha bonito sem camiseta
Você me acha engraçado quando eu conto uma piada errada
(barata barata barata barata barata)
Eu sei que você me entende, então eu me solto
Antes de você me conhecer eu estava bem,
(e agooooora, que faço minha vida)
Mas a coisa ficou pesada, você me trouxe à vida
Agora todo Novembro você sempre será o meu namorado, namorado

Até o fim essa noite, sem arrependimentos, só amor
Nós podemos dançar na The Week até você dormir no meu colo,
Você e eu seremos jovens para sempre
Você me faz sentir como em um sonho de adolescente
Você me deixa tão excitado que não consigo dormir no formule1
Vamos fugir do thi e o neto e nunca olhar para trás
Nunca olhar para trás, vamos pro Hotel hostal
Meu coração para quando você olha para mim
Apenas um toque, baby, agora eu acredito que é real
Então arrisque-se e não olhe para trás
(Tá pensando que travesti é bagunça??)

Nunca olhe para trás

Dirigimos até Macaé e ficamos bêbados na praia
Achamos um hotel e fizemos uma fortaleza de lençóis
Finalmente te encontrei depois de um ano
A peça que faltava no meu quebra-cabeça
Eu estou completo (deposita amanhã? Ahãm!)

Vou disparar seu coração com o meu jeans apertado
Ser o seu sonho de adolescente essa noite
Deixo você colocar as mãos no meu jeans apertado
Ser o seu sonho de adolescente essa noite
(Pêêêiii)

terça-feira, novembro 02, 2010

Helenicamente KRISIS

Eu não sou o que era, devo ser o que me tornei. Essa frase de Coco Chanel só me faz pensar uma coisa, que não há mal que seja permanente, que nada é melhor que o próximo dia, e só tenho que viver e vivo como se não houvesse amanhã, eu tenho uma vontade absurda de viver!

segunda-feira, novembro 01, 2010

Vida longa Presidenta Dilma

Num país onde as minorias e principalmente a mulher é vítima de injustiças e preconceitos, elegemos uma mulher presidente!
Parabéns Dilma Vana Rousseff Linhares, pois na vossa vitória e na derrota de José Serra, demonstra-se um Brasil com vontade de pensar maior e ir além do senso comum, a manipulação midiática tucana foi desmontada mesmo que gigantesca.
Na nova presidência a democracia personifica a feminilidade que lhe é própria e na primeira presidenta, plasma um Brasil maioral que quer continuar engatinhando o seu desenvolvimento, Dilma Rousseff encarna na sua vida um radicalismo político que dispos sofrer as torturas da ditaduta e não retrocedeu no seu ideal.
No país miscigênico e da diferença etno, cultural, político e sexual, ainda há quem não queira ver a diferença como qualidade, a diversidade de cores e propostas surtem o efeito da vida plena e com o novo governo, 190 milhões de pessoas esperam o grito da verdade que venceu a mentira, as nuancias da esperança que venceu o medo e trará a prosperidade.