Depois de bom tempo sem postar nada, numa bela manhã de domingo após a noite que a lua cheia chegou mais perto da terra, decidi retomar uma leitura, obra de Antônio Moser, tudo está calmo, o dia parece preguiçoso e somente o samba (meu cachorro labrador preto) na sua puberdade interrompe o silêncio arrastando o capacho (tapete) pelo quintal, me despertei para o que amanheci pensando, que nada interfere mais o humano que duas polaridades, que se existiu uma presença constante na história do homem, uma é a divindade e a outra a sexualidade.
Não digo polaridades como que controversas realidades uma à outra, seja deus, seja sexo, embora atitudes sexuais possam ir contra princípios de doutrina ou embora existam deuses que representem a sexualidade, uma coisa não liga ou desliga a outra, mas atrelam-se com justeza no humano, fonte e cume de ambas, as duas personificam as aventuras do humano, a sexualidade é uma das energias que movem a vida, como homens e mulheres que também empenham dinâmica pela crença, na afirmaçãode que deus é princípio motor onipotente, figura conceitual e de linguagem ou inexiste, haja visto que a epistemologia assegura que crença é um estado mental que pode ser verdadeiro ou falso e daí nos religa (religião) a um sentindo alterno, enquanto a psicologia sugere sexualidade como estado Psico-corporal e real que nos relaciona (relação) a um sentindo interno (mesmo com interferência de objetos externos). Parece-me que podemos atribuir complementação de que a religião e uma forma de relação e a relação exige uma maneira de acreditar e disciplinar-se a partir disso.
Quero marcar este post com uma temática de Freud sobre Eros, o amor grego pelo corpo pela fertilidade, ou a atração pelo físico corporal e suas funções: A civilização é um processo a serviço de Eros, cujo propósito é combinar indivíduos humanos individuais e, depois que as famílias, em seguida, raças, povos e nações, em uma grande unidade, a unidade da humanidade. Por isso tem que acontecer, não sabemos, o trabalho de Eros é precisamente este. - Sigmund Freud.
Minhas considerações poderão prosseguir mas ainda preciso concluir algumas leituras, seja da obra do Moser, seja das minhas próprias cognições, por hora vou ver onde meu cachorro arrastou o tapete. Até mais!
Quero marcar este post com uma temática de Freud sobre Eros, o amor grego pelo corpo pela fertilidade, ou a atração pelo físico corporal e suas funções: A civilização é um processo a serviço de Eros, cujo propósito é combinar indivíduos humanos individuais e, depois que as famílias, em seguida, raças, povos e nações, em uma grande unidade, a unidade da humanidade. Por isso tem que acontecer, não sabemos, o trabalho de Eros é precisamente este. - Sigmund Freud.
Minhas considerações poderão prosseguir mas ainda preciso concluir algumas leituras, seja da obra do Moser, seja das minhas próprias cognições, por hora vou ver onde meu cachorro arrastou o tapete. Até mais!

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